Assessoria de Imprensa

Empresas ampliam investimentos para capacitar profissionais em outras línguas


Funcionários acreditam que aprendizado e/ ou aperfeiçoamento de outro idioma, além de enriquecer sua carreira e currículo, favorece organizações na busca por novas oportunidades
Cliente: 
Seven Idiomas
Empresas ampliam investimentos para capacitar profissionais em outras línguas

Para ganhar mercado e ampliar sua atuação em outros nichos, as empresas brasileiras adotam cada vez mais políticas para beneficiarem seus colaboradores no aprendizado de outro idioma. Esse recurso, além de fazer a organização se diferenciar no mercado – já que a deixa preparada para negociações com mercados que possuem idiomas distintos -, também favorece a valorização do colaborador, ajudando a diminuir a rotatividade da companhia, que aumenta a cada ano.

Para Fábio Moysés, coordenador pedagógico do núcleo In Company da Seven Idiomas, rede de ensino com 24 anos de experiência, “aprender ou aperfeiçoar o idioma dá respaldo para as companhias, que estarão aptas a negociar com outros mercados e independentes de eventuais crises internas”.

Esse crescimento se dá também ao aumento da demanda de serviços (e produtos) para empresas estrangeiras, que leva as organizações brasileiras a se respaldar e oferecer aos seus funcionários treinamentos em idiomas, com pagamento integral ou parcial do benefício. “Além do inglês, que é extremamente importante para as organizações dialogarem com outras empresas, o espanhol também possui uma forte aceitação de diretores e executivos de grandes empresas, já que todos os países da América do Sul, dos quais o Brasil é grande exportador, falam o idioma”, lembra Moysés.

O coordenador pedagógico do núcleo In Company, que é destinado às empresas que necessitam capacitar seus colaboradores para ganhar mercado, revela que algumas dicas na hora da triagem podem evitar que as empresas direcionem mal seus investimentos. “Uma dica valiosa é avaliar se realmente os colaboradores precisam ou vão precisar usar o idioma na prática. O ideal é que os funcionários participem com 20% ou 30% do pagamento do programa e, por fim, é extremamente importante o acompanhamento do desempenho deste aluno / profissional periodicamente. Por meio de relatórios que permitam essa visualização rapidamente, as empresas podem acompanhar os resultados de um grande volume de pessoas tranquilamente”.

Também é preciso saber lidar com a bagagem psicológica que o aluno ou grupo trazem consigo. "Tanto a empresa quanto os participantes devem estar cientes do quanto será investido (de tempo e dinheiro) no programa, quais as necessidades da empresa antes de montar o planejamento de aulas, etc, já que alguns colaboradores podem não estar dispostos a aprender outro idioma, por não gostarem ou por já terem passado por algum trauma (não terem aprendido no passado)”, ressalta Moysés.

De qualquer forma, Moysés afirma que “os profissionais têm capacitação para lidar com esse cenário. Afinal, a intenção não é obrigá-los a gostar do idioma, mas sim, fazer com que, apesar da resistência, aprender uma segunda língua, além de necessário para sua posição na empresa, para sua carreira e para o mercado em que atua, pode ser posto em prática na vida do aluno imediatamente”.

Curso In Company diminui riscos nas negociações com empresas internacionais

Alexandre Slivnik, diretor de eventos da ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento), que realizou o curso recentemente e viajou a trabalho para os Estados Unidos durante 45 dias e teve de se comunicar em inglês com outros executivos, acredita que “o aperfeiçoamento para falar outro idioma obtido através do curso In Company SEVEN colaborou muito para obter melhores resultados nas negociações com outras companhias. Comunicar-se com segurança no mundo profissional transmite credibilidade, deixando trilhado metade do caminho”

Slivnik destaca também que, ao contrário do idioma que utilizamos numa viagem a lazer, na qual podemos cometer deslizes na comunicação sem sofrer grandes constrangimentos, no ambiente corporativo o espaço para falhas de comunicação é bem menor. Ao menos, é vital atenuá-las ao máximo possível. “Uma mensagem mal interpretada, seja numa conversa de telefone ou num e-mail de negócios, pode colocar em risco todo o trabalho realizado”.

Saiba mais:

*Fábio Moysés é coordenador pedagógico do núcleo In Company da Seven Idiomas, rede de franquias com mais de 24 anos de experiência no ensino de inglês e espanhol. A empresa, que possui 12 mil alunos e atende com serviços específicos em 16 colégios e mais de 200 empresas, também possui em sua carteira de clientes grandes empresas conveniadas, entre elas: Unilever, Nielsen, LG e Bayer. www.sevenidiomas.com.br

*Alexandre Slivnik é diretor de eventos da ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento).

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Vinícius Paciulo

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